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Thursday, September 3, 2009
Aleluia.
Ás vezes falhamos e é um estrondo,
um ruído imenso, vindo das nossas entranhas
abanando os nossos ossos. Tudo treme
mas somos só nós.
Sometimes we fail and it's a roaring noise,
covering everything, coming from our entrails
scratching our bones. The World trembles
but it's only us.
Tuesday, May 12, 2009
the Devil himself


"When the smack begins to flow, and it shoots up the dropper's neck, and I'm rushing on my run, then I feel just like Jesus's son." Behind it all, there's that strange keening, humming note. Listen to the Velvet Underground's Heroin on headphones and you realise it's not feedback after all, not a synthesised warble, but the rich timbre of a violin playing a single note, held for a disturbingly long time. It's the darkest thing in the darkest of songs. If Reed sounds as if he's made a pact with the devil, then the musician who plays that buzzing fiddle - John Cale - must be the devil himself.
The rest of the article here.
How great that John Cale and Lou Reed could join forces - even though it was only for brief periods of time, the Velvet Underground is one seminal rock group, its sound being rediscovered time and time again.
Also have one of Cale's solo albuns, Music for a new society, as one of my all time favorites.(His version of Leonard Cohen's Hallelujah it's also my favorite.)
Monday, April 13, 2009
Thursday, March 19, 2009
Le grand monde

No Grand Palais em Paris são expostos 146 retratos feitos por Andy Warhol. A exposição já gerou uma polémica pela não aceitação de Pierre Bergé, da classificação atribuída aos retratos de YSL ( na secção Glamour, segundo Bergé, YSL significa muito mais que Glamour).
Ao que parece desde os anos sessenta até à sua morte, Wharhol produziu cerca de um milhar destes retratos, retratando todo o tipo de personalidades e renovando o género.
O mais interessante em Warhol, é a sua aceitação plena de uma ética de produção em série, a sua Factory é realmente uma fábrica e a sua incursão nas mais diversas formas de arte, como a música, o cinema, ou mesmo os media, relevam sempre dessa ética : trabalhar muito, estar sempre disponivel.
Os seus retratos tornam em ícones os retratados, suspendendo-os do tempo; a mesma técnica é aplicada a objectos comuns(latas de sopa,etc), como que criando nichos no processo devorador do devir, os seus filmes, as suas entrevistas, tentam sempre a cristalização - o tempo em bruto, em eterna repetição, sempre novo mas sem mistério, sem imprevisibilidade. Como qualquer bom produto industrial.
"All my portraits have to be the same size, so they’ll all fit together and make one big painting called Portraits of Society. That’s a good idea, isn’t it? Maybe the Metropolitan Museum would want it someday.”
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Velvet Underground
Monday, March 9, 2009
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